| Bárbaros e barbáries, o que mais nos espera? |
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Crimes hediondos como os assassinatos de Eliza Samudio, Mércia
Nakachima e Ana Eunice (no Acre), envolvem a sociedade de um País em várias
indagações.
Atualmente, os assassinos são descritos como doentes
mentais, pobres órfãos e psicopatas, até parece que são justificativas para tanta
violência e desumanidade com o próximo.
Existem mais especulações sobre a vida particular de
cada vitima do que a respeito da condenação imediata desses bandidos que a cada
dia cometem absurdos com a vida humana.
Observando a quantidade de horrores nos últimos
anos, é nítido o descontrole e a ausência de amor presente entre os semelhantes
na sociedade; os crimes são investigados e alguns até desvendados, portanto, a
imprensa divulga na intenção de informar e prevenir a população.
Pelo caos que se tornou a luta pela sobrevivência no
País, acredito que uma boa parte de mafiosos ainda sonham com o “crime
perfeito” e se deliciam até mesmo com as informações das empresas de comunicação
sobre como foram programados e executados os atos macabros.
O assassinato de Ana Eunice, em nosso estado, deixa
claro que a segurança deve ser reforçada e preparada para enfrentar qualquer
tipo de bandido e seus planos maquiavélicos.
Renata Silva |